A inflação de março em Goiânia ficou em 0,40%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento mostrou que oito dos nove grupos pesquisados tiveram alta no mês. As maiores elevações foram na energia elétrica residencial, que registrou alta de 4%, numa interrupção de três quedas consecutivas e, em 12 meses subiu 20,39% na capital, embora a variação acumulada no ano esteja negativa. Outro vilão foi o tomate, com alta de 18,78% em março. Somente nos primeiros três meses do ano, a fruta subiu 40,57%. Por fim, pesou no bolso o óleo diesel, impactado pela guerra no Oriente Médio, que disparou 21,32% no mês passado, depois de registrar queda de 0,54% em fevereiro. A cesta básica ainda sofreu com a aceleração do preço do leite longa vida. O alimento subiu 9,22% somente em março em Goiânia e interrompeu seis quedas consecutivas no valor. Ao todo, oito dos nove grupos pesquisados tiveram alta em março. O destaque foi alimentação e bebidas, com 1,18%, na sexta alta consecutiva, e habitação, com 1,41%. Este último, no parâmetro dos últimos 12 meses, avançou 10,5%. O único grupo que registrou queda no mês foi Transportes (-1,13%), primeira queda após três altas consecutivas na capital goiana. Apesar da alta de 0,40% em março, o IPCA goianiense ficou abaixo da média nacional. O Brasil registrou 0,88% no período. Goiânia, entre as regiões pesquisadas, só não teve índice mais baixo que Rio Branco, no Acre, que teve variação de 0,37%. O post Energia, tomate e diesel puxam alta da inflação de março em Goiânia foi publicado primeiro em Diário de Goiás.Acompanhe mais notícias em nosso site.
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